Metas

Este é o momento onde muitas empresas fecham suas metas, mas lembre-se que elas precisam ser S.M.A.R.T Specific (Especifica), Mensurable (Mensurável), Attainable (Alcançavel), Revelevant (Relevante), Time-Based (Temporal) para estimular seu atingimento pois do contrário, as pessoas abandonam as metas e não irão te contar!

De tudo que estudo somado ao que vivi em organizações, estou convicta que metas de comportamento são tão importantes quanto as metas numéricas pois é a forma como o indivíduo se comporta – ou não – que leva aos resultados desejados. E com alguns comportamentos chaves, aumentam as chances de atingir qualquer objetivo.

Muitas pesquisas ao longo dos anos mostram a importância da força de vontade / comportamento em determinar a rota de nossas vidas e alcance de objetivos ou sonhos e o que nos tornamos é reflexo da criança que fomos, pois, as crianças que conseguem controlar um impulso, filtrar o que é irrelevante e se manter focadas num objetivo tem melhores desempenhos na vida.

Para quem não conhece, recomendo procurar e ler na internet o Teste do Marshmelow (fácil de encontrar) realizado pelo psicólogo Walter Mischel na Universidade de Stanford ou o projeto ambicioso realizado com 1037 crianças em Dunedin na Nova Zelândia. Onde os bebes nascidos ao longo de 12 meses foram estudados intensamente na infância e depois acompanhadas por décadas por uma equipe de profissionais de diversos países. A equipe representava muitas disciplinas, cada uma com sua própria perspectiva diante do marcador chave para autoconsciência: o auto-controle.

Em resumo, quanto maior o auto-controle na infância, melhor as crianças se saiam por volta dos 30 anos em relação a sua saúde, tinham mais sucesso financeiro e eram cidadãos cumpridores das leis sendo que o inverso destas crianças trazia resultados contrários na vida adulta inclusive as chances de antecedentes criminais eram maiores*.

O auto-controle na infância se mostrou um indicador mais forte do que o QI ou a classe social da família de origem.

E os pais, podem ajudar os filhos a desenvolverem o auto-controle. Os líderes, podem ajudar os colaboradores a desenvolverem comportamentos que ajudarão a desenvolver um ser humano melhor que com isto, se torna um profissional melhor com melhores resultados.

Ponto principal: uma criança pode ter uma infância financeira abundante mas se não aprender a adiar um benefício imediato para ir atrás de seus objetivos, as vantagens do “berço bem nascido” perdem força ao longo da vida*.

Sem metas, objetivos e sonhos, corremos o risco da estagnação. Dá para se desenvolver e tornar tudo divertido!

*Nota: Estudo de Dinedin: Terrie E. Moffitt et al., A gradient of childhood self-control predicts health, wealth and public safety, PNAS 1-16.2010. www.pnas.org

*Nota: Foco / Daniel Goleman

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