O livro tem editora e parceiros!

Produzir este livro foi uma sucessão de desafios. Desde o primeiro momento, como já mencionei nos posts anteriores, escrever uma história em ficção, com personagem masculino, responder por todas as responsabilidades da minha vida já era difícil. Além disso, mais três desafios: conseguir o ilustrador, uma editora e a pessoa certa para o prefácio.
No planejamento, decidi que o livro teria ilustrações. Testei quatro profissionais até encontrar o ideal para este livro. Todos que participaram da fase de teste eram bons, os desenhos estavam tecnicamente alinhados com o briefing, mas quem tocou meu coração foi o Álvaro Reitman. Depois que ele acertou o traço que expressava o meu rabisco, tudo fluiu bem. É o que eu chamo de longo caminho curto.
A história estava deslanchando e, no meio do livro, decidi que iria procurar uma editora, mesmo as pessoas me dando conselhos do tipo: “acabe o livro primeiro”, ou “será mais fácil disponibilizá-lo on line”. Nem sempre o mais fácil é melhor, fazer direito, inclusive, dá muito trabalho, precisa de dedicação e esforço.
Mas como faria? Conversando com uma amiga, lembramos de um colega que tinha publicado um livro. Este colega era o Luiz, que me contou sua experiência e fez um e-mail me apresentando para a publisher que tinha cuidado do seu livro.
Entrei em contato com ela, mas não consegui um horário, conversamos por e-mail e ela me disse que meu livro não interessava para a editora. Eu poderia ficar me lamentando e imaginando mil coisas ruins, mas, eu não fiz isto, resolvi ir adiante e buscar novos contatos, mesmo com pessoas dizendo o quanto é difícil editar um livro. Pra mim, o difícil é somente um ponto de vista, além do mais, nada na minha vida veio fácil. Eu estava determinada a vencer os momentos ruins, adquirir resistência e minha paixão me ajudava a agarrar os dias, perseverar e trabalhar noites e finais de semana.
O Luiz ajudou a encontrar outro publisher. Fica aqui uma dica: mantenha sua rede de contatos ativa, cuide de seus contatos, ajude as pessoas sempre que puder, porque o mundo dá voltas pequenas. Além do mais, a vida é uma troca.
Lá fui eu, novamente, fiz contato com o Eduardo, da editora Évora, e consegui uma reunião para apresentar o projeto que eu me dediquei a estruturar, utilizando minha experiência com planejamento e estratégia. Como dizia Steve Jobs, nada do que aprendemos é perdido, se você souber conectar os pontos.
Nossa reunião foi ótima. Entreguei o projeto e cinco capítulos do livro, marcamos uma nova reunião de volta, em trinta dias, para ele me dizer se eles iriam ou não publicar o meu livro.
Esse período foi extremamente longo, acho que só não foi pior porque o trabalho me preenchia e eu não parava de escrever. Também tinha decidido que, se a resposta da editora fosse negativa para a publicação do livro, eu não iria desistir. Estava preparada para tudo. Meu desejo em ser escritora dava também coragem para enfrentar a frustração do fracasso e as tempestades de críticas que viriam.
No dia da reunião de retorno, eu estava tensa e, depois de uns vinte minutos de conversa sobre o mercado editorial, ouvi que meu livro interessava para a editora e os feedbacks foram positivos quanto ao estilo, linguagem e história.
Daquele momento em diante, entrei em êxtase, queria gritar de alegria, mas consegui me controlar, ao menos na editora.
Etapa importante vencida, mas ainda tinha o livro para terminar. Conforme eu caminhava para o final do livro, decidi que era hora de acertar quem faria o prefácio. Fiz uma lista com três nomes, pessoas que iriam ornar com o livro.
Foi quando eu fui ministrar uma palestra e, na sala de espera conheci o professor Clovis de Barros Filho, palestrante do mesmo fórum. Resolvi conversar com ele, dei um pouco de referências profissionais minhas – para ele não me achar uma louca – e o convidei para escrever o prefácio.
Nestas horas, quando os holofotes não estão acesos, que conhecemos realmente as pessoas. Gentilmente, ele me passou seus contatos, e após finalizar os textos fizemos uma breve reunião e entreguei o material para análise.
Fiquei muito emocionada quando recebi seu texto escrito, já me sentia uma vencedora! Com editora, prefácio de um profissional extremamente conceituado e admirado por milhares de pessoas e por mim, livro escrito e ilustrado como eu idealizei. E o mais importante é que eu descobri a mim mesma neste processo e que, de fato, eu AMO escrever.
No próximo post, vou contar um dos maiores problemas que tive ao preparar o livro.

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